Pinhão – Atos de vandalismo causam prejuízos aos cofres públicos municipais.

O preço dos atos de vandalismo custa caro para a Prefeitura de Pinhão. Todo mês, os cofres do município sofrem uma baixa devido ao valor gasto com o reparo, a manutenção e a substituição de bens públicos depredados, danificados, destruídos e até furtados em ações criminosas, um recurso que poderia ser aplicado para aperfeiçoar ou oferecer novos serviços à população.

Vidros quebrados e placas de transito no chão são os casos mais frequentes, porém situações de furtos também fazem parte dos registros de danos ao patrimônio público. A situação mais recente aconteceu nos bairros Dois Irmãos, local em que a Prefeitura instalou uma Academia ao Ar Livre e, menos de uma semana após a conclusão da obra, vândalos arrancaram os equipamentos que serviriam de instrumento para melhorar a qualidade de vida das pessoas.

“Em alguns casos os bens até podem ser recuperados com serviços de solda e pintura, porem existem situações que é necessário reconstruir ou comprar estruturas novas, pois os danos são muito grandes”, explica Valter Israel, secretário de Meio Ambiente, Urbanismo e Habitação. 

“Cuidar do patrimônio público é cuidar de si mesmo, afinal, os recursos são provenientes dos contribuintes e são destinados para a aquisição de equipamentos e aperfeiçoamento de serviços que ajudam a tornar a cidade um lugar melhor”, destaca o prefeito Odir Gotardo.

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